Ex-vereador Oswaldo Pagani morre aos 88

“Oswardão” tinha um estilo único de atuação e ocupou a cadeira do Legislativo botucatuense por cinco legislaturas

por Flávio Fogueral

A política botucatuense está em luto. Morreu na noite de sábado, 13, o ex-vereador Oswaldo Moreira Pagani, aos 88 anos. Ele estava internado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) e a causa da morte não foi divulgada.

O velório ocorre desde às 7 horas deste domingo, 14, no complexo funerário Orlando Panhozzi. Já o sepultamento está marcado para às 17 horas no cemitério Portal das Cruzes. Pagani era casado com Luiza Minetto Pagani e pai ex- vereador Lelo Pagani (ocupou a cadeira no legislativo por três mandatos), Maria Conceição Pagani, Paulo Eduardo Pagani, Maria Inez Pagani e Esmite Elói Faria.

Pagani em uma das últimas aparições públicas, durante homenegam na Câmara de Botucatu
Pagani em uma das últimas aparições públicas, durante homenegam na Câmara de Botucatu

“Oswardão”, como ficou conhecido pelos botucatuenses, tinha um estilo único e ocupou a cadeira do Legislativo botucatuense por cinco legislaturas entre as décadas de 1970 e 1980. Candidatou-se pela primeira vez em 1969 pelo Arena- partido de situação dos governos militares. Foi líder do governo dos prefeitos Lico Silveira, Plínio Paganini e Jamil Cury.

Em abril de 2013 recebeu o título de “Cidadão Botucatuense”, por seu trabalho parlamentar onde contribuiu para a implantação da SABESP em 1973, a aquisição do prédio da antiga Agência dos Correios, onde hoje está instalada a sede da Prefeitura Municipal de Botucatu e a criação da Escola Professor Pedro Torres.

A Câmara Municipal de Botucatu, por meio de sua página no Facebook, emitiu uma nota de pesar, onde realça a constante presença de Oswardão na Casa de Leis, a qual muitos vereadores consideravam emblemática. “O Poder Legislativo se solidariza com seus familiares e amigos e se despede com muita tristeza do amigo “Oswardão”, frisava a nota postada na rede social.

Corintiano fanático, Pagani também era presença garantida em redações de jornais e nos estúdios das rádios locais ou para um simples bate-papo ou em entrevistas com muitas histórias sobre os bastidores da política local.

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