Secretário reforça que câmera instalada próxima ao túnel do Sesi não é radar
Instalação do equipamento ocorreu em abril, e consiste em testes promovidos pela empresa
Da Redação
O secretário de Segurança de Botucatu, Marcelo Emílio, reforçou nesta quinta-feira, 5 de maio, que a câmera de monitoramento por vídeo instalada no acesso ao viaduto que dá acesso ao Centro de Atividades do Sesi, em Botucatu, não consiste em radar de velocidade, como tem sido veiculado por populares em redes sociais.
A instalação do equipamento ocorreu em abril, e consiste em testes promovidos pela empresa vencedora da licitação para a implantação da “Muralha Virtual” . Segundo o secretário, não procede que o objetivo da câmera seja de monitorar a velocidade dos veículos que trafegam pela região.
“O que a Secretaria Municipal de Segurança está propondo é a implantação da muralha. São câmeras instaladas em um processo de testes de conceito, conforme consta no edital. A empresa vencedora da licitação precisa demonstrar a capacidade de cumprir o contrato. Está dentro do documento que ela precisa chegar e verificar se os equipamentos estão aptos a operar. São câmeras que visam auxiliar na redução da criminalidade e não estão associadas a qualquer tipo de radar de velocidade ou equipamento que venha a gerar multa aos condutores”, salientou Emílio em entrevista a uma emissora de rádio local.
O gestor explica que os equipamentos fazem a leitura das placas dos veículos mas que não há processamento para a geração de multas por excesso de velocidade. Outros dezoito pontos da Cidade ainda receberão os equipamentos para a implantação final da rede de vigilância. As imagens serão enviadas à Central de Monitoramento da Guarda Civil Municipal e compartilhadas com a Polícia Militar.
“Botucatu tem extensão territorial grande e com diversas entradas na zona urbana. São dezenove pontos que serão instaladas câmeras para o monitoramento. Tais equipamentos analisarão os veículos que circulam na área urbana para constar irregularidades e potenciais crimes”, frisou o secretário.
Ao todo serão 50 câmeras que integrarão o Projeto Botucatu Protegida, conforme consta na licitação 26245/2021, cujo valor total é de R$ 7,252 milhões.
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