Como funciona o abono complementar
O abono complementar é pago quando o servidor abrangido pela lei recebe valor fixo mensal inferior ao piso previsto para sua jornada. Nesses casos, o Governo de SP faz a complementação até que o pagamento alcance o valor mínimo estabelecido.
Para esse cálculo, entram salário, vencimento e gratificações permanentes. Benefícios e pagamentos específicos, como auxílio-transporte, salário-família, diárias, adicional noturno e adicionais de insalubridade ou periculosidade, não entram nessa conta.
A medida foi elaborada a partir de estudos das Secretarias de Gestão e Governo Digital e da Fazenda e Planejamento. O impacto financeiro estimado é de R$ 6,5 milhões por mês. Para 2026, a previsão é de R$ 56,2 milhões, considerando vigência a partir de 1º de junho. Para os dois anos seguintes, a estimativa é de R$ 88,5 milhões por ano.

